O FUTURO DO MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA EXIGE PONDERAÇÃO E RESPEITO


Com a publicação da saudação do Dr. Luís Raposo aos Amigos do MNA, do artigo do jornal Publico e da notícia da Antena 1, todos abaixo transcritos, chega ao fim a missão deste blogue independente,
feito por alguns amigos do MNA.

A luta travada nos últimos anos em defesa do MNA, impedindo a sua transferência para a Fábrica da Cordoaria Nacional, foi coroada de êxito.

Ao Dr. Luís Raposo desejamos as maiores venturas na continuação da sua carreira profissional.

Se um dia o MNA voltar a estar em perigo, regressaremos,

porque por agora apenas hibernamos.



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Vulcão de água na Junqueira. O Rio Seco extravasou e invadiu a Cordoaria. A exposição “Viva a República !” esteve encerrada por um dia

As chuvas dos últimos dias actualizaram aquilo de que neste blogue nos temos feito eco várias vezes, seguindo a advertência dos técnicos. Tratou-se de meras chuvadas intensas, mas de curta duração. E mesmo assim os efeitos foram visíveis. A Rua da Junqueira tornou-se um mar de água; o trânsito foi cortado. O Rio Seco extravasou do seu leito subterrâneo e deu origem a verdadeiros vulcões de água a emergir à superfície. A água entrou na Cordoaria Nacional e a exposição “Viva a República !” teve de fechar por um dia, por medida de precaução. Dizem os conhecedores que se tivesse chovido mais algum tempo sucederia o mesmo que em 1997, quando a água entrou em catadupa na Cordoaria.
É aí que houve quem quisesse instalar o Museu Nacional de Arqueologia ?


Reproduzimos a seguir dois vídeos elucidativos obtidos quanto ainda havia circulação na Rua da Junqueira e retirados do Youtube.

O Rio Seco rebentou !

O Vulcão de água na Junqueira !

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