O FUTURO DO MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA EXIGE PONDERAÇÃO E RESPEITO


Com a publicação da saudação do Dr. Luís Raposo aos Amigos do MNA, do artigo do jornal Publico e da notícia da Antena 1, todos abaixo transcritos, chega ao fim a missão deste blogue independente,
feito por alguns amigos do MNA.

A luta travada nos últimos anos em defesa do MNA, impedindo a sua transferência para a Fábrica da Cordoaria Nacional, foi coroada de êxito.

Ao Dr. Luís Raposo desejamos as maiores venturas na continuação da sua carreira profissional.

Se um dia o MNA voltar a estar em perigo, regressaremos,

porque por agora apenas hibernamos.



quarta-feira, 31 de março de 2010

Em defesa do MNA... alguns comentários (5)

O poder politico parece apostado no ditado popular "de só cajadada matam-se vários coelhos"; espera-se que nem os museus, nem os profissionais, nem os cidadãos estejam com vontade de dar as costas ao cajado....
Ana Luisa Duarte

Apoio inteiramente!
José Adalberto Coelho Alves

O mais importante neste tipo de discussões é ter sempre presente que o património histórico-cultural, a sua conservação e valorização é o mais relevante. Quaisquer que forem as hipóteses de solução em debate do centro da mesa nunca deve sair esta ideia chave. Como em todo o trabalho museológico também na programação e execução de uma política cultural deve haver reflexão, ponderação e bom senso que julgo que prevalecerão, pois o património em questão é demasiado importante para todos. Todos mesmo.
André de Soure Dores

Acho inconcebível que o governo trate estes assuntos com tanta ligeireza, mas pensando melhor, parece que o faz com todos os assuntos de verdadeira importância.
Raquel Ferreira Sousa da Silva

Há processos que não podem ser precipitações sem garantias de segurança, valorização e cujos objectivos não parecem claros e transparentes. A transferência do MNA a decorrer desta forma ameaça inconsequentemente o um valiosíssimo acervo, bem com a identidade de uma centenária instituição de referência para a arqueologia e património de todos os portugueses e portuguesas. É uma questão de elementar bom senso. A mudar, mude-se de forma estruturada (sem correr riscos de paralisações encaixotadas), com rigor té
Sara Cura

Mais uma petição que assino que vai no sentido de muitas outras. Não se consegue perceber o desenvolvimento estratégico deste Portugal. Não há palavras...
Estevão Portela-Pereira

Cumpre-nos, em meu nome pessoal e na qualidade de Presidente do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP, manifestar incondicional apoio a esta declaração (ICOM), que assumimos na sequência da anterior tomada de posição, sobre esta matéria, oportunamente expressa perante a tutela e as autoridades académicas.
Armando Coelho Ferreira da Silva

Faz parte da Democracia resolver as questões em grupo, respeitando os pareceres dos técnicos da especialidade
Fernando de Carvalho Santos e Silva

A instalação de um novo museu nacional de arqueologia não pode sujeitar-se a calendários políticos precipitados e/ou a protagonismos efémeros. Deve ser um projecto seriamente ponderado, assente no trabalho sério de uma equipa competente a constituir formalmente, que deve reunir os contributos das diversas especialidades que um projecto desta natureza e dimensão exige. Face à situação existente, recomendaria a suspensão de qualquer iniciativa que configure o 'despejo' do MNA.
Luís Fernando de Oliveira Fontes

Portugal é dos poucos países do Mundo em que os museus mudam de sítio, sem ser para melhor. Tirar o MNA dos Jerónimos é um erro, pois o MNA sempre cumpriu o seu papel de dar vida aos Jerónimos durante mais de 100 anos. A cordoaria não tem e nunca terá condições para gerir os fluxos de pessoas em volta do museu. Por exemplo onde estacionam os autocarros com alunos das escolas que visitam o MNA?
Paula Alexandra Teixeira Lima

Comentários, para quê...??? está tudo dito e redito, e uma coisa é certa: não pecamos por omissão.
João Luís Cardoso

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