O FUTURO DO MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA EXIGE PONDERAÇÃO E RESPEITO


Com a publicação da saudação do Dr. Luís Raposo aos Amigos do MNA, do artigo do jornal Publico e da notícia da Antena 1, todos abaixo transcritos, chega ao fim a missão deste blogue independente,
feito por alguns amigos do MNA.

A luta travada nos últimos anos em defesa do MNA, impedindo a sua transferência para a Fábrica da Cordoaria Nacional, foi coroada de êxito.

Ao Dr. Luís Raposo desejamos as maiores venturas na continuação da sua carreira profissional.

Se um dia o MNA voltar a estar em perigo, regressaremos,

porque por agora apenas hibernamos.



quarta-feira, 5 de maio de 2010

O GAMNA, a Cordoaria e a Torre Oca – um esclarecimento

Em 8 de Abril passado, o Director do MNA declarava ao Diário de Notícias que a sua vontade de diálogo e compromisso era tal que se o Ministério da Cultura indicasse que estava disposto a mandar realizar estudos geotécnicos sobre a Cordoaria, certificados por entidade idónea, ele poderia “abrir mão” da torre oca.
Aparentemente, esta disposição dialogante não encontrou eco, porque na audição parlamentar de 14 de Abril, o secretário de Estado da Cultura afirmava que já possuía todos os dados necessários à tomada da decisão política.
Afinal, parece que a posição dos titulares governamentais parece ter mudado… admitem agora, segundo notícia do jornal Público de 4 de Maio, que constituirão uma comissão que ficará encarregada de fazer os tais estudos geotécnicos. Terá sido essa a razão que levou o director do MNA a cumprir o que dissera quanto à sua maior maleabilidade quanto à torre oca.
Mas a questão de fundo mantém-se e o GAMNA não abdica dela: não pode haver decisão política de transferência do MNA para a Fábrica da Cordoaria Nacional sem previamente estarem feitos e validados os estudos geotécnicos que garantam a segurança do acervo. E já agora que indiquem os custos envolvidos.
Ou será que em Portugal os governantes decidem primeiro e mandam fazer os estudos depois ?

1 comentário:

  1. http://www.destak.pt/artigo/62295

    Pelo teor desta entrevista se conclui que 50 anos passados, pela mão de Gabriela Canavilhas e João Brigola, se cumpre o sonho de Américo Thomaz.
    A memória do Estado Novo exulta.

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