O FUTURO DO MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA EXIGE PONDERAÇÃO E RESPEITO


Com a publicação da saudação do Dr. Luís Raposo aos Amigos do MNA, do artigo do jornal Publico e da notícia da Antena 1, todos abaixo transcritos, chega ao fim a missão deste blogue independente,
feito por alguns amigos do MNA.

A luta travada nos últimos anos em defesa do MNA, impedindo a sua transferência para a Fábrica da Cordoaria Nacional, foi coroada de êxito.

Ao Dr. Luís Raposo desejamos as maiores venturas na continuação da sua carreira profissional.

Se um dia o MNA voltar a estar em perigo, regressaremos,

porque por agora apenas hibernamos.



terça-feira, 4 de maio de 2010

O museu pode ser uma âncora na cidade

Hoje o tema das conversas de fim de tarde foi “Os museus e os monumentos na construção da cidade”, com a presença de dois eminentes arquitectos com reflexão e obra feita na área do património e do planeamento urbano, e a moderação do presidente da mesa da AG do GAMNA, Pedro Roseta.
O arquitecto Alexandre Alves Costa apresentou uma verdadeira comunicação conceptualmente muito rica e cheia de ideias saudavelmente provocatórias. Referiu-se expressamente a problemática do MNA e da Cordoaria, considerando que o Museu deve fica ronde está e a Cordoaria Nacional deve ter usos mais compatíveis com a sua própria natureza histórica.
O Arquitecto José Manuel Fernandes falou da necessidade de uma relação criativa entre arquitecto e museólogo, dando diversos exemplos portugueses e estrangeiros de como a boa arquitectura trouxe mais valias aos museus, inclusive à forma de apresentação das colecções.
Durante o debate ficou clara uma ideia que fez consenso entre os presentes: os museus podem e devem ser entendidos como pólos de desenvolvimento da cidade e da cidadania, mas requer-se a existência de planeamento e a participação democrática na sua definição.


Aspecto geral da mesa


O Arqto. Alexandre Alves Costa no uso da palavra.


O Arqto. José Manuel Fernandes no uso da palavra.

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