O FUTURO DO MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA EXIGE PONDERAÇÃO E RESPEITO


Com a publicação da saudação do Dr. Luís Raposo aos Amigos do MNA, do artigo do jornal Publico e da notícia da Antena 1, todos abaixo transcritos, chega ao fim a missão deste blogue independente,
feito por alguns amigos do MNA.

A luta travada nos últimos anos em defesa do MNA, impedindo a sua transferência para a Fábrica da Cordoaria Nacional, foi coroada de êxito.

Ao Dr. Luís Raposo desejamos as maiores venturas na continuação da sua carreira profissional.

Se um dia o MNA voltar a estar em perigo, regressaremos,

porque por agora apenas hibernamos.



quarta-feira, 7 de abril de 2010

Museu do Açúcar, no Funchal: Um exemplo dramático a ter em conta...

Nas recentes inundações ocorridas na madeira, o Museu do Açúcar no Funchal, localizado numa zona de cheia de ribeira foi seriamente danificado e parte do seu acervo destruído... Um exemplo a ter em conta, como se documenta pelas notícias abaixo.


Madeira: Museu do Açúcar inundado

Um dos mais emblemáticos museus do Funchal está alagado, mas as peças mais importantes estão a salvo em Lisboa
TVI24 Redacção /VG
22-02-2010 17: 07
O Museu do Açúcar, um dos mais importantes e emblemáticos do Funchal, ficou inundado durante a tempestade, mas as peças mais importantes encontram-se a salvo numa exposição que está patente no Palácio da Ajuda, em Lisboa, informa a Lusa.
«O museu está com água a uma altura de três metros», disse Francisco Clode de Sousa, responsável da Direcção Regional dos Assuntos Culturais da Madeira (DRACM).
«Felizmente, as peças mais importantes estão numa exposição em Lisboa sobre obras-primas dos museus da Madeira», afirmou, dando como exemplo um contador em casca de tartaruga e marfim, uma taça chinesa, formas de açúcar, entre outras peças valiosas.
Francisco Clode de Sousa informou que o Museu do Açúcar tem agora no seu interior sobretudo peças de arqueologia. «Nós não temos acesso ao interior do museu. Hoje conseguimos resgatar uma escultura flamenga em madeira do século XVI que estava a boiar na água e chegou até à porta», contou o museólogo.
De ontem para hoje, o nível da água desceu um metro, e «seria bom que continuasse a baixar lentamente para as peças assentarem no fundo», observou.
Os museus vão manter-se fechados até quarta-feira. «A zona da baixa do Funchal parece um cenário de guerra», avaliou o responsável, comentando que «ninguém esperava o que aconteceu».

Jornal da Madeira

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