O FUTURO DO MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA EXIGE PONDERAÇÃO E RESPEITO


Com a publicação da saudação do Dr. Luís Raposo aos Amigos do MNA, do artigo do jornal Publico e da notícia da Antena 1, todos abaixo transcritos, chega ao fim a missão deste blogue independente,
feito por alguns amigos do MNA.

A luta travada nos últimos anos em defesa do MNA, impedindo a sua transferência para a Fábrica da Cordoaria Nacional, foi coroada de êxito.

Ao Dr. Luís Raposo desejamos as maiores venturas na continuação da sua carreira profissional.

Se um dia o MNA voltar a estar em perigo, regressaremos,

porque por agora apenas hibernamos.



terça-feira, 20 de abril de 2010

Património Cultural – Memória Comum: MUSEUS NACIONAIS – ARQUIVOS DE MEMÓRIA

Teve lugar hoje a primeira sessão do ciclo de “conversas de fim de tarde” organizadas pelo GAMNA em torno do tema geral PATRIMÓNIO CULTURAL – MEMÓRIA COMUM.
A sessão inaugural foi dedicada ao tema MUSEUS NACIONAIS – ARQUIVOS DE MEMÓRIA e contou com as intervenções de Adília Alarcão, Natália Correia Guedes e José Cardim Ribeiro. Apresentou o ciclo e moderou a sessão o Presidente da Mesa da AG do GAMNA, Pedro Roseta.
Esteve presente larguíssima audiência, com relevo para muitos profissionais de museus.
A situação presente por que passa o MNA esteve subjacente e foi mesmo referida em várias intervenções, havendo consenso em a verdadeira solução para os problemas de instalação do Museu é da construção de raiz, em local apropriado de Lisboa.
Mereceu particular atenção o conceito de “Museu Nacional”, tendo sido proposto que a criação, extinção ou reinstalação de Museus com esta categoria constitui matéria de cidadania tão grave que impõe a adopção de métodos de decisão transparentes e democráticos, quer dizer, tecnicamente informados pela audição das comunidades de especialistas e sujeitos a discussão pública. É aliás essa norma que decorre do espírtio e da letra da Lei-Quadro de Museus que não está a ser devidamente cumprida. Estão em causa arquivos de memórias essenciais que não constituem propriedade de nenhum Governo particular, faltando legitimidade aos governantes para decidirem a seu bel-prazer.

Na 5ª feira, dia 22 de Abril, pelas 18 horas, o ciclo prossegue com uma sessão que promete: PATRIMÓNIO CULTURAL E CIDADANIA, com intervenções de Guilherme Oliveira Martins, Simonetta Luz Afonso e Raquel Henriques da Silva. Rigorosamente a não perder.

Aspecto geral

No uso da palavra, a Dra. Adília Alarcão.

No uso da palavra, a Dra. Natália Correia Guedes.
 
No uso da palavra, o Dr. José Cardim Ribeiro.

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